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FC PORTO – Este é o nosso destino!

Vídeo dedicado às conquistas e finais internacionais do FC Porto.

Música de Ricardo Oliveira: “O Porto está na Rua” (versão soul)

Mourinho: “Porto é demasiado forte para a Liga Europa”

Mourinho diz que F. C. Porto “é demasiado forte para a Liga Europa”

2011-04-14

José Mourinho considera que “o F. C. Porto é demasiado forte” para a Liga Europa e manifesta-se contra a passagem de equipas eliminadas na “Champions” para a antiga Taça UEFA.

José Mourinho está também atento à carreira do Benfica e do Braga na Liga Europa, que esta noite têm a possibilidade de fazer história, apurando-se para as meias-finais da competição.

“Espero que sigam as três em frente”, disse José Mourinho, quarta-feira à noite, após a vitória, 1-0, em Londres, que apurou o Real Madrid para a meia-final da Liga dos Campeões, na qual vai defrontar o Barcelona.

José Mourinho considerou que “o F. C. Porto é uma equipa de nível de Champions, demasiado forte para a Liga Europa”, e mostrou-se contra a passagem para esta prova de conjuntos eliminados na Liga dos Campeões, como é o caso de Benfica e Braga.

“Uma equipa não devia jogar duas competições europeias na mesma época. Mas o Braga, com uma carreira espectacular, que na Champions também esteve espectacular, continua ao mesmo nível, disse Mourinho.

O Benfica “foi eliminado da Champions num grupo onde não o devia ter sido, mas agora também está bem”, argumento José Mourinho.

Cristiano Ronaldo, que marcou o golo da vitória do Real Madrid em Londres, frente ao Tottenham, desejou a passagem de Benfica, Braga e F. C. Porto às meias-finais da Liga Europa.

Ronaldo diz que segue o futebol português, “em especial o Sporting”, equipa pela qual tem “mais carinho” e considerou que “o F. C. Porto foi um justo campeão”.

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Desporto/Interior.aspx?content_id=1830384

Entrevista – José Mourinho (tvi24 – 2010)

Entrevista realizada a José Mourinho pela TVI24 no inicio da época 2010/11.

Algumas das frases marcantes:

FC Porto

«É um clube marcante na minha carreira. É o clube fulcral da minha carreira.»

«Aqueles 2 anos foram inesquecíveis!»

«Foi mais marcante ganhar a champions pelo Porto.»

«Foi a história mais brilhante do Porto.»

Chelsea

«Era o clube odiado, era o clube a abater, era aquele que não podia ganhar.»

«Inglaterra é o país por excelência do futebol. É onde quero passar muito tempo.»

Inter

«Não eramos os melhores»

«Era um grupo frustrado»

«Eram jogadores fantásticos que nunca tinham  jogado umas meias-finais da champions.»

«O Barcelona é a melhor equipa do mundo!»

«O Inter (em Barcelona) não meteu o  autocarro, meteu airbus.»

Real Madrid

«Acho que o Real escolheu o perfil de treinador correcto.»

«Não preciso de provar nada.»

«O Barcelona está no mais alto nível  de sempre.»

Futebol português

«Trabalho espectacular no Braga. É uma enorme  satisfação ver o sucesso que teve (o Domingos). Trabalho fantástico.»

«O Porto não é campeão (…) para gente ganhadora,  para gente que gosta de ganhar é um cenário dramático. O Porto vai seguramente querer ganhar o campeonato.»

«Que corra tudo bem. Que tenha muita sorte!» (sobre AVB)

Selecção Nacional

«Portugal ser campeão do mundo, nunca o disse com grande convicção mas pensei ser possível.»
«A eliminação com a Espanha encarei-a com naturalidade, pois Espanha era a melhor equipa.»

«A melhor equipa portuguesa dos últimos tempos (a de 2004) era um bloco.»

(a tua equipa?..)

Diversos

«Não era benfiquista, nem sportinguista, nem portista» (sobre o seu clube)

«As champions marcaram-no profundamente. Gosta do Porto obviamente.» (sobre o filho)

«Nós escrevemos a letra da célebre música “os filhos do Dragão”. Escrevi eu, o Dr. Puga, Antero Henrique e o Rui Faria. Fomos nós! Demos continuidade a esta ambição de fazer o Porto campeão.» (sobre a música os “filhos do dragão”.)

Entrevista d’a Bola a José Mourinho – 1ª parte (FC Porto)

31/12/2010 – A BOLA

Entrevista realizada pelo jornal “A Bola” ao técnico português José Mourinho.

«Ganhei muito em ter ido para o FC Porto e reconhecê-lo-ei para sempre!»


«A saída do FC Porto para o Chelsea fez com que a minha vida deixasse de ser perfeita.»


1ª Parte (FC Porto)

Sobre com quem falava de futebol no Porto, em comparação com o Real Madrid.

JM: Estava habituado a trabalhar em clubes onde as minhas relações eram directas.

AB: Com o presidente?

JM: No Porto, era eu com o presidente. Nem director desportivo tinhamos.

AB: Fala com quem no Real?

JM: Prefiro falar com o presidente..

AB: Se não falar com o presidente, não tem interlocutor?

JM: Ou tenho demasiados..

Ainda comparações com o Real Madrid.

JM: Quando ganhei a Champions no pelo FC Porto, pensava que tinha sido a tarefa hercúlea da minha vida. Depois ganho com o Inter e penso ainda mais, em função dos adversários que nos apareceram e da qualidade da equipa. Pensei: ok, bati no topo. A partir de agora vai ser tudo mais fácil.

AB: É mais difícil ganhar a Champions este ano com o Real Madrid do que foi ganhar com o FC Porto ou o Inter?

JM: Não quero ir tanto nessa direcção porque a qualidade dos jogadores é superior. Quando a qualidade dos jogadores continua a ser um aspecto importante na construção de uma equipa e no desenvolvimento de uma equipa de futebol, não posso dizer isso. Seria contraditório com a qualidade da minha equipa. Nunca tive um Cristiano Ronaldo nas minhas equipas anteriores, nunca tive um Xabi Alonso a fazer passes de 40 metros de olhos fechados.

JM: Em tudo que é estrutura à volta de uma equipa e as estruturas que contribuem para que uma equipa ganhe, é uma missão mais difícil.

AB: Até pode ser Mourinho a ajudar o clube a mudar?

JM: Espero que sim. Foi para isso que vim.

AB: O FC Porto tem uma estrutura que protege a equipa. É uma estrutura mais forte do que a que encontrou no Real Madrid?

JM: Encontrei o FC Porto que dominou em Portugal nos últimos 20 anos. com uma estrutura mental, emotiva e princípios básicos. O que aconteceu quando eu lá estive foi uma modernização dessas estruturas, uma modernização da estrutura mental que dominava todas as outras.

AB: Foi iniciada por si?

JM: Acho que sim. Com gente de grande competência, inteligência e dedicação.

Os melhores jogadores do campeonato português segundo José Mourinho

AB: Esta época tem-lhe despertado o olho para algum jogador no campeonato português?

JM: Quando foi a eliminatória do SC Braga com o Sevilha gostei muito do Sílvio. Nem o conhecia, nem sabia que era português, quantos anos tinha. É o tipo de lateral de que gosto: sabe defender, fechar os espaços interiores, tem qualidade, técnica, virtuosismo, gosta de atacar. Gostei muito.

JM: Depois os outros são jogadores que conhecemos. Falcao é óptimo atacante e Hulk também. São grandes em Portugal, mas se forem para o estrangeiro também têm condições para vencer.

«No FC Porto, o normal é ganhar, o anormal é não ganhar»


«É um clube (o FC Porto) que, no futebol português, está feito para ganhar.»


Sobre o campeonato português

AB: Sente que no final de uma primeira época com bons resultados há o perigo de a segunda não ser tão boa?

JM: As exigências e os desafios são diferentes. Lembro-me que na minha segunda época no FC Porto decidi mudar o sistema de jogo.

AB: Está surpreendido com o desempenho de André Villas-Boas?

JM: Não.

AB: Porquê?

JM: Porque no FC Porto, o normal é ganhar, o anormar é não ganhar.

AB: Qual acha que é a contribuição dele para o actual desempenho e resultado da equipa?

JM: É a contribuição de qualquer treinador do FC Porto, obviamente. O treinador que ganha tem a responsabilidade na vitória, o treinador que perde tem responsabilidade na derrota. E nos últimos anos, no FC Porto, os treinadores que têm feito a diferença não são aqueles que ganham os campeonatos, são aqueles que não ganham os campeonatos.

AB: Mário Wilson dizia que quem treina o Benfica arrisca-se a ser campeão. É o mesmo com o FC Porto?

JM: Também tem de ter mérito. Mas é um clube que, no futebol português, está feito para ganhar.

(em actualização)

Mourinho elege FC Porto como uma das melhores equipas de sempre

Entrevista a José Mourinho realizada em Maio de 2010

Jornal AS

Guillem Balagué y Manu Saiz | 28-05-2010 – 07:00

¿Quién es su entrenador favorito?

Van Gaal.

¿Y el mejor equipo que ha habido en la historia?

Para mí hay varios. Están la selección de Brasil que disputó el Mundial de España, la Holanda de 1974, el Ajax que tuvo a Cruyff como jugador, el Barcelona del año pasado y el Oporto del 2004.

¿Quién ha sido el mejor futbolista de la historia?

Mi padre dice que Alfredo Di Stéfano, pero yo sólo le he visto en vídeo. De mi generación no me puedo quedar sólo con uno. Estarían Pelé, Maradona, Beckenbauer, el Ronaldo que jugó en el Barcelona, Zidane, Eusebio…

¿Cuál es el jugador que más le ha sorprendido?

Son dos: Zanetti y Figo. Para mí ha sido un orgullo entrenar a futbolistas como ellos en el tramo final de sus carreras. Era espectacular su profesionalidad y su forma de trabajar. Son un ejemplo para todos.

¿Cuál ha sido hasta ahora el mejor momento de su carrera?

El momento más feliz fue la final de la Copa de la UEFA que gané en Sevilla como entrenador del Oporto. Ningún otro título me hizo tanta ilusión como ese. Fue la mayor ilusión de mi carrera.

¿La persona que más le ha marcado en su carrera?

No lo digo. Ésta prefiero no responderla.

¿A qué jugador le gustaría entrenar algún día?

Lo voy a decir porque es imposible. Me gustaría entrenar a Rooney, tanto por cómo es como futbolista como por su mentalidad. Pero mi amigo Ferguson puede estar tranquilo porque es imposible.

¿Un sueño cumplido?

Todos.

¿Un sueño incumplido?

Ganar el gran slam (Liga española, italiana e inglesa), la tercera Champions y la Copa del Mundo como seleccionador de Portugal a los 70 años.

http://movil.as.com/noticia/futbol/estrella-rooney-gustaria-entrenarle-algun/dasftb/20100528dasdaiftb_18/Tes?seccion=futbol

Meet Portugal’s Boy Genius – André Villas-Boas, o génio!

Artigo do Wall Street Journal de 3/10/2010

Meet Portugal’s Boy Genius

By GABRIELE MARCOTTI

Some coaches get their shot with a major club at a relatively tender age (in coaching years, anyway). Barcelona’s Pep Guardiola was 37 when he got the gig.

And there are those who get a crack at the big time without ever having played beyond amaetur level, like Aston Villa’s Gerard Houllier. There’s another, smaller subset which includes those who advanced to top jobs with little or no head-coaching experience, like Real Madrid’s Jose Mourinho when he took over at Benfica.

But the above examples are all rare. Rarer still is a guy like Porto boss Andre Villas Boas, who falls squarely in all three categories and, if his vertical ascent continues, could herald a change in the way clubs recruit managers.

Mr. Villas Boas’s side goes for its 12th consecutive win in a competitive match on Monday night when it makes the short drive inland to take on Vitoria Guimaraes. Right now, Porto is 11 for 11 in the Portuguese League, Europa League and Portuguese SuperCup. What’s more, it has shut out the opposition in all but two games. And it did it despite the departure of two stalwarts – defender Bruno Alves and midfielder Raul Meireles – over the summer.

All of this is remarkable enough until you consider that Mr. Villas Boas is just 33 years old and, prior to this season, had just 23 league games’ worth of managerial experience, all of them at Academica Coimbra, the provincial club which appointed him just over a year ago. When he took charge of Academica, it was winless and dead last. By the time the season was over, Mr. Villas Boas had guided it to respectability (11th place in the 16-team league) and to the semifinal of the Portuguese League Cup.

It was enough for Porto – one of the traditional Portuguese giants – to put its eggs in Mr. Villas Boas’s basket in an attempt to bounce back from a rare season which saw it finish third, only the second time since 2002 that it failed to win the league.

Mr. Villas Boas was still a teenager when he started working in Porto’s scouting department way back in the mid-1990s. The club was impressed both by the breadth of his tactical understanding and his ability to produce scouting reports players could digest easily. Yet he may never have gone any further if, in early 2002, the club had not turned to Mr. Mourinho, himself an unorthodox rising star of management. Mr. Mourinho took him under his wing, making Mr. Villas Boas an integral part of his staff, both at Porto, where he won two league titles, the Champions League and the UEFA Cup and later during his successful spells at Chelsea and Inter Milan. By the time he moved to Chelsea, Mr. Villas Boas’s pre-match scouting included personalized DVDs for each player, outlining their direct opponent in the next game, including strengths, weaknesses and tendencies.

Given Mr. Mourinho’s reputation, it was quite the calling card, and Mr. Villas Boas openly admits that it helped him land the Academica job. But he bristles at those who consider him Luke Skywalker to Mourinho’s Yoda. Or, among his detractors, Mini Me to the self-anointed “Special One’s” Dr. Evil.

While Mr. Villas Boas employs the 4-3-3 formation Mr. Mourinho used to such great effect at Chelsea, it’s a more fluid system, with the wingers often turning into strikers. He lacks Mr. Mourinho’s charisma – that unparalleled ability to seduce players, media and fans – and comes across as less confrontational and self-assured. On the other hand, he may be more tactically sophisticated and his Porto squad attacks more than Mourinho’s teams at Chelsea and Inter (the jury’s still out on Real Madrid).

It’s tempting to call Mr. Villas Boas soccer’s answer to Theo Epstein, who rose from the San Diego Padres’ public relations department to become general manager of the Boston Red Sox at age 29. Both are outsiders who brought a novel approach to understanding the sport and landed important jobs at a young age. But the crucial difference is that Mr. Villas Boas’s role is far more hands-on, running training sessions and making all the game-day decisions.

He’s an interloper in the inner sanctum, having never played the game at any significant level. And while he’s not the first to do so, those who came before him, like Mr. Houllier, served long apprenticeships working their way up through the lower leagues.

Mr. Villas Boas’s appointment obviously owes a lot to his mentor. But it’s also a bold move, a striking departure from the groupthink and conventional wisdom so prevalent in soccer. You’ll know whether it worked the day you read a profile of Mr. Villas Boas that does not mention Mr. Mourinho.

in http://online.wsj.com/article/SB10001424052748704380504575530111481441870.html